Minha graça
Eu andava lá na feira a bailar o meu balaio. Às vezes cítrica, outras doce a mirar acontecidos. De tocar novas texturas se fazia minha graça. E o gosto era o do instante. Cada qual com os seus múltiplos. Eu gostava era de estar e fazer-me dos possíveis. Sempre fui boa nisso. E feliz assim. Sem roteiro e plena de sentidos.
Comentários
Postar um comentário