A esperança equilibrista
Um senhor de 90 com sua companheira e um guia à porta do meu prédio às voltas do meio dia procurando por um incógnito afinador de gaitas.
Ele quer voltar a tocar, ela e a família, a ouvi-lo. Mas um papel perdido findava o paradeiro do desejado instrumentista. Me meto a ajudar. Vou à caça daquele que pode ser meu vizinho e traz consigo o dom de ressuscitar o som nascido para harmonizar. Sigo.
Um bichinho verdinho paira em mim. E ainda quando chego ao trabalho. Mas já marrom. E ainda agora. Enquanto.
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